Elastobras

Capacidades

Injeção, extrusão e formulação própria de composto

50 pessoas, 16 injetoras, 3 linhas de extrusão e 3 prensas de compressão em Curitiba. Todas as peças são fabricadas sob desenho do cliente. As tabelas abaixo são o nosso envelope de trabalho — se a sua peça ficar fora dele, diga, e responderemos com franqueza se conseguimos fabricar.

Processos

Parque instalado
ProcessoMáquinasFaixaAdequado para
Injeção1680–240 t de fechamentoSérie repetitiva, repetibilidade dimensional, geometria complexa, rebarba mínima, insertos
Extrusão3Vulcanização em túnel de ar quenteSeções contínuas cortadas no comprimento: tubo, cordão, perfil
Compressão3Seções espessas, peças maiores, séries curtas e protótipos

Tolerâncias dimensionais

Trabalhamos segundo a DIN ISO 3302-1, a norma de classes de tolerância para artefatos de borracha. Declarar a classe é o que faz o desenho e a cotação combinarem antes de o ferramental ser comprometido.

ProcessoPadrãoSob acordo
InjeçãoClasse M2Classe M1 em cotas funcionais
ExtrusãoClasse E2Mais apertado mediante análise de viabilidade
CompressãoClasse M3M2 em cotas selecionadas

M1 em cotas funcionais não é promessa de folheto: produzimos em série peças de silicone segurando diâmetros de vedação em ±0,10 mm e membranas de 0,70 mm em ±0,10 mm.

Tolerância vale gastar onde ela trabalha. Diga quais cotas são funcionais e cotamos de acordo, em vez de encarecer a peça inteira pela cota mais apertada.

Materiais

Produzimos compostos numa faixa de dureza de 25 a 90 Shore A. Como formulamos internamente, o elastômero é escolhido contra a condição de serviço da peça: as substâncias que ela vai encontrar, a temperatura, a cor e a exigência mecânica.

FamíliaSiglaEscolhida quando a peça enfrenta
NitrílicaNBRÓleos, combustíveis e hidrocarbonetos
Etileno propilenoEPDMIntempérie, ozônio, UV, água quente e vapor
SiliconeVMQFaixa térmica ampla, baixa deformação permanente, inércia química
Estireno butadienoSBRAbrasão e serviço dinâmico geral
Borracha naturalNRResiliência, resistência ao rasgo, carga dinâmica
CloroprenoCRÓleo moderado combinado com intempérie

Como uma peça é desenvolvida

  1. Desenho, amostra ou problema. A peça pode partir de um desenho técnico, de uma amostra física a reproduzir, ou de um componente que está falhando em serviço.
  2. Escolha do composto. Propomos família e formulação contra a condição de serviço, com dados de propriedade, antes de comprometer ferramental.
  3. Ferramental. Moldes projetados e produzidos com ferramentarias parceiras sobre a geometria aprovada.
  4. Primeira amostra. Peças com relatório dimensional e dados de material para aprovação.
  5. Série sob formulação congelada, com a curva reométrica de cada lote registrada.

Ferramental e investimento inicial

Como só trabalhamos com desenvolvimento e nacionalização, toda peça nova exige um molde dedicado. Isso significa um investimento inicial, cotado separadamente do preço unitário, antes de qualquer produção em série.

O custo do ferramental depende da geometria, do número de cavidades e do processo. Cotamos o molde junto com a análise de fabricabilidade, para que a decisão seja tomada com o número na mão e não depois.

Em parte dos casos o investimento pode ser evitado: ferramental existente em outro fornecedor pode ser transferido e requalificado, o que costuma ser mais rápido e mais barato que partir de um desenho novo.

O investimento em molde se paga a partir de um determinado volume anual. Se o seu volume não alcançar esse ponto, diremos com franqueza — preferimos perder uma consulta a vender um ferramental que não se justifica.

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